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    CAPILARES LINFÁTICOS

    Os capilares iniciais caracterizam-se por um cilindro de células endoteliais, cujas extremidades assemelham-se a dedos de uma luva e nascem no interstício. Suas células sobrepõem-se em forma de escamas ou telhas, sem que haja conexões fixas entre si.
    Em conseqüência da grande permeabilidade dos capilares, parte do líquido drenado volta para o tecido, mas as macro-moléculas e o restante do líquido terão de seguir no interior dos vasos em direção aos linfonodos.
    Os capilares, devido a sua fragilidade, colabam com facilidade, por exemplo, por pressões externas ou por aumento considerável da pressão intersticial.
    Por outro lado, possuem um potencial muito grande de regeneração. Quando cortados, regeneram-se em pouco tempo. Seu número pode aumentar em pouco tempo em caso de trauma ou obstrução.
    O calibre dos capilares linfáticos é bem maior que o dos capilares sangüíneos, porém o lúmen dos grandes vasos linfáticos é bem menor que o das veias correspondentes.


    VASOS LINFÁTICOS
    Os vasos linfáticos originam-se nos espaços tissulares (capilares linfáticos) e se unem para formar vasos maiores (vasos linfáticos). Esses se assemelham às veias, mas têm uma parede muito mais delgada, mais valvas e são interrompidas por linfonodos em vários intervalos.
    Enquanto 80% do sistema venoso situa-se em profundidade, 80% da linfa circula na superfície. Os vasos linfáticos têm um papel de transporte da linfa, da periferia para a profundidade do organismo. Podem ocorrer, ocasionalmente, anastomoses linfáticas que comunicam os dois plexos entre si. Pré-Coletores e Coletores
    Vasos de calibres diferentes, porém de estrutura similar, constituem uma via de drenagem muito importante. Eles prolongam os capilares e encaminham a linfa em direção aos linfonodos. Eles são de dois tipos:
    - Superficiais e Supra Aponeuróticos
    Numerosos, aderem ao tecido cutâneo e estão ligados a uma rede de fibras de colágeno. Alojam-se entre as camadas de gordura e quase não são satélites dos vasos sangüíneos.
    - Profundo e Infra-Aponeuróticos
    Pouco numerosos, são satélites dos vasos sangüíneos e dos nervos.
    CANAIS LINFÁTICOS
    Canal linfático direito
    Recebe toda a linfa proveniente da metade direita da cabeça, pescoço, hemitórax e do membro superior direito.
    Canal torácico esquerdo
    O ducto torácico, o principal canal linfático do organismo, é estruturado de forma mais complexa em relação aos vasos linfáticos de menor calibre. O inicio do ducto torácico recebe o nome de cisterna de pecquet, devido ao seu descobridor. Sua forma é bastante variada. Recebe toda a linfa proveniente da metade esquerda da cabeça, pescoço, hemitórax e membro superior esquerdo. Também do abdômen, costas, glúteos e membros inferiores.
    Parte branca: área drenada pelo CLD. Desemboca nas veias jugular e subclávia direita. Drena um quarto da linfa total do organismo.
    Parte sombreada: área drenada pelo CTE. Este canal mede em torno de 0,5 a 10 mm de diâmetro e de 38 a 45 cm de comprimento, desemboca nas veias jugular e subclávia esquerda. Drena os três quartos da linfa total do organismo.


    LINFONODOS
    Estão interpostos no trajeto dos vasos linfáticos e agem como uma barreira ou filtro contra a penetração na corrente circulatória de microorganismos, toxinas ou substâncias estranhas ao organismo. Os linfonodos são, portanto, elementos de defesa, e para tanto produzem glóbulos brancos, principalmente linfócitos. Os linfonodos variam muito em forma, tamanho e coloração, ocorrendo geralmente em grupos, embora possam apresentar-se isolados. Freqüentemente são localizados ao longo do trajeto de vasos sangüíneos, como ocorre no pescoço e cavidades torácica, abdominal e pélvica. Na axila e na região inguinal, são abundantes, sendo em geral palpáveis nesta última. Como reação a uma inflamação, o linfonodo pode intumescer-se e tornar-se doloroso, fenômeno conhecido como íngua.
    A passagem da linfa pelo linfonodo remove, por fagocitose pelos macrófagos, cerca de 99% das moléculas, microorganismos e células estranhas.


    VASOS PROFUNDOS E SUPERFICIAIS DA DRENAGEM LINFÁTICA E OS LINFONODOS RELACIONADOS
    O sistema vascular linfático, como já vimos, possui dois plexos: um superficial, com origem tissular; e outro mais profundo, que segue as veias profundas, que via de regra caminham com artérias e nervos acompanhantes. Os vasos superficiais passam através das fáscias e os linfonodos relacionados são encontrados usualmente onde as veias superficiais encontram-se com as profundas. No membro superior, ambos os plexos atingem os linfonodos axilares. No membro inferior, fluem para os linfonodos inguinais. No pescoço, os vasos linfáticos passam pelos linfonodos cervicais em uma grande variedade de locais, terminando de passar para os linfonodos profundos próximos aos grandes ductos linfáticos.
    Sendo assim, na superfície corpórea, três grupos de linfonodos podem ser encontrados e merecem destaque: são os linfonodos cervicais, axilares e inguinais. Ocasionalmente, alguns poucos linfonodos podem ser encontrados atrás dos joelhos ou no cotovelo.
    ORGÃOS LINFÁTICOS
    Não podemos esquecer que no organismo existem outros órgãos que são compostos por tecidos linfóides, indo de organização simples a complexa. São eles: baço, timo e tonsilas.

     

    AUTORES DA ANATOMIA E FISIOLOGIA PARA MASSOTERAPEUTAS

    Breve currículo:

    Joelson Fachini
    •  Formado e Diplomado em QUIROPRAXIA – Método MATHEUS DE SOUZA – pelo IBRAQUI (Instituto Brasileiro de Quiropraxia) em 2005 – São Paulo.
    •  Habilitado em TERAPIAS DAS PEDRAS NATURAIS, em 2004, pelo CENTRO HOLISTICO IDHERA – POA/RS, Registro: FEPLAM nº. 236.467.
    •  ESPONDILOTERAPEUTA, em 2000, pela Escola SOS CORPO - Cx. Sul/RS, Registro: FEPLAM nº. 196.613.
    •  Especializado em MASSAGEM TERAPÊUTICA, em 2000, pela Escola SOS CORPO - Caxias do Sul/RS, Registro: Escola SOS CORPO, sob nº. 94/93 009.
    •  MASSOTERAPEUTA, em 1996, pela Escola SOS CORPO - Caxias do Sul/RS.
    •  Registros: Fundação Educacional e Cultural Padre Landell de Moura – FEPLAM, sob o nº141.323 Departamento de Proteção a Saúde – DPS, sob o nº. 024/15ª Delegacia Regional de Saúde, Associação de Ensino Profissionalizante do Rio Grande do Sul – AEPERS, sob o nº0074/00.
    •  LINFOTERAPEUTA, especializado nos MÉTODOS FÖLDI, LEDUC, VODDER E PROPELI de Drenagem Linfática Manual.
    •  Palestrante desde 1999, em congressos e eventos sobre estética, massagem, eletroterapia e saúde.
    •  Contribui com matérias para o site www.belezain.com.br desde 2005.
    •  Mais no site www.fisiovitae.com.br
    •  Membro da equipe Técnica OKL – POA/RS.
    •  Fundador e Professor da Escola Fisio Vitae

    Simone Korn:
    •  Professora de Educação Física – CREF. 07358-G/SC Reg. MEC 1760/94 – LP- UDESC
    •  Pós-Graduada em Gerontologia - UFSC.
    •  Pós-Graduada em Atividade Física & Saúde – UFSC.
    •  Coordenadora do Projeto MEXA-SE NA SAÚDE PELA 3ª IDADE, desenvolvido pela prefeitura de Florianópolis - SC.
    •  Mestranda em Ergonomia – Engenharia de Produção – EPS/UFSC
    •  Membro de Bancas Examinadoras de Diversas Monografias/TCCs (UFSC – UDESC).
    •  Supervisora de estágio em Educação Física na Prefeitura Municipal de Florianópolis/SC.
    •  Ciências Contábeis – Centro Sócio Econômico – CSE/UFSC.
    •  Massoterapeuta.
    •  Especializada em Drenagem Linfática Manual Método Földi – Reg. FEPLAM Nº. 23512
    •  Especializada em Espondiloterapia
    •  Aromaterapeuta
    •  Fundadora e Professora da Escola Fisio Vitae

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