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    Anita Di Marco

    Arquiteta, professora de yoga (aulas individuais, em grupo e oficinas)  e tradutora. 
    E-mail: anitadimarco@yahoo.com.br

    A Propósito da solidão...

    O tema solidão parece sempre ter despertado certa imprecisão no seu uso e compreensão. A solidão, da forma brilhantemente descrita pelo poeta Rainer Maria Rilke, é benéfica, plena, rica, profunda em descobertas, em encontros, em insights , em silêncios, em auto-conhecimento. E, gostemos ou não, conhecer-se de forma profunda, honesta e corajosa dá trabalho, leva tempo e é muito difícil. No entanto, o auto-conhecimento é a saída, é a única forma de mudar o mundo: a partir de nós mesmos. Fazendo a nossa parte, em cada gesto, em cada passo, em cada pensamento, em cada sentimento, em cada palavra. Afinal, “os sinos dobram por todos nós”!

    O mundo foge da solidão, do silêncio, porque foge do encontro consigo mesmo... porque no fundo, tem medo de se descobrir, embora há muito tempo conheça a famosa frase “Conhece-te a ti mesmo”. Tem medo de se ver, de se decepcionar...

    Mas o ‘conhecer-se' só se faz no silêncio, na quietude, no que gosto de chamar de SOLIDÃO... ou melhor, estado de solidão , que é inexorável, e que mais cedo ou mais tarde, todos teremos de enfrentar. Entretanto, tal estado nada tem de triste ou alienante; pelo contrário, consiste em ficar bem consigo mesmo, ainda que sem ninguém ao redor. É nesse estado de solidão que ouvimos nosso EU real, verdadeiro, nossa essência, ou nossa consciência, muito diferente daquele “euzinho” costumeiro, egoísta, ilusório, oportunista e miseravelmente “normal ”.

    Aliás, nesse mundo considerado ‘ normal' , de crianças abandonadas, de impunidade, de falcatruas, de injustiça, de competitividade desmedida, de tanta cobiça, de corrupção, de descrédito, de barbárie, de insinuações maldosas, de hipocrisia, de preconceitos, de mentiras, de calúnias, de falta de ética, de falta de princípios, vale mais é ser considerado anormal, louco, diferente, humano...

    No fundo, temos que acreditar no homem, no que ele ainda tem de ético, de verdadeiro, de real, no potencial, mesmo que ainda incipiente, mesmo que escondido, camuflado, combalido, maltratado...

    Somos todos belos carvalhos, uns grandes, outros pequenos, outros ainda em semente, mas todos nós germinaremos, um dia... É nosso caminho irrefutável.


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