A luz é um recurso terapêutico usado pelos assírios e egípcios que já conheciam a importância dos banhos de luz solar para a saúde humana.
Hipócrates em 605 a.C. já afirmava que sem luz não há vida. Em 1958 foi usado o primeiro Laser em Medicina tendo sido aplicado em Oftalmologia na remoção de tumores localizados com um laser de rubi de alta potência (Power laser) cujas propriedades devido as altas temperatura promovia a fotocoagulação de tecidos.
A partir de então vários cirurgiões passaram a empregar o laser de alta potência em diversas tipos de cirurgias como remoção de tumores benignos e neoplásicos, em hemorragias de úlceras gástricas e hepáticas (como fotocoagulador), tumores da bexiga, câncer de pele e outras.
O laser de baixa potência, também chamado de “soft laser” começou a ser pesquisado em 1961 por Tomberg que após a irradiação em cobaias detectou importantes efeitos fisiológicos como:
• aumento do nº de glóbulos brancos e vermelhos, da hemoglobina e das plaquetas
• efeito mitótico em células de defesa como linfócitos e megacariócitos• crescimento da medula óssea
• produção de fibras colágenas
• ativação metabólica das mitocôndrias Estudos em coelhos demonstraram benefícios histológicos e morfológicos em auto-transplantes de pele com aceleração do processo antinflamatório e na proliferação de fibroblastos.
O que são os Lasers de Baixa Potência?
São aparelhos que emitem radiações de baixa potência também conhecidos por Soft Laser, Laser Frio e Laser Mole não apresentando potencial destrutivo.
São fabricados à base de gases (HeNe) ou diiodos semicondutores de Arsenieto de Gálio (AsGa), Arsenieto de Gálio, Alumínio, Índio (AsGaAlIn), Arsenieto de Alumínio, Índio e Fosforo (AsAlInP) com comprimento de onda entre 650 a 830 nm.
Efeitos notáveis do Laser no Ser Humano:
• remodelação de tecidos cicatriciais
• redução de edemas e do processo inflamatório
• aumento da fagocitose
• da síntese de colágeno e da epitelização
• estimulação da da proliferação de fibroblastos e sua transformação em miofibroblastos
• aumenta a produção de colágeno e ATP
• a atividade dos linfócitos com conseqüente efeito antibacteriano
• melhora da vascularização
• bioestimulação celular
• analgésico
• atuação nos tecidos subcutâneo, adiposo e muscular
• interfere na síntese de proataglandina aumentando a permeabiliidade capilar
• analgésico: libera substâncias quimiotáxicas que estimulam liberação de endorfinas normalizando o potencial elétrico da membrana celular
• bactericida: aumenta quantidade de interferon, potente agente bacteriano natural. |