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    ZENILDA FRANCO

    Docente Universidade Estácio de Sá - RJ,
    Pós graduada em Pedagogia Empresarial
    e Gestão Estratégica

    Fone: 21 2567.97719656.3353
    e-mail: zenildafranco@ig.com.br

    Marketing

    GESTÃO DA MUDANÇA

    continuação

    ATIVIDADE

    “Aja do modo que você gostaria de ser e logo você será do jeito que age”. Anônimo

    Uma das palavras mais faladas hoje em dia é a tal da “Proatividade”, principalmente no trabalho. Ela é citada em reuniões, artigos, palestras, seminários, currículos, além de ser considerada uma “qualidade” indispensável no trabalho nosso de cada dia.

    Com a intepretação de significado livre de velocidade, rapidez, eficiência, tem tudo a ver com a época em que vivemos, em que o que acabo de escrever (e de ser lido), já faz parte do passado.

    MAS...Será mesmo assim? Será necessário que seja assim? É uma coisa útil, ou uma espécie de vírus, com alto poder de contaminação, mas acerca do qual bem pouco se sabe e que explica aquilo que não é entendido (ou bem diagnosticado)?

    Estudiosos da área empresarial, já observam o emprego indiscriminado desta palavra com olhos de desconfiança; porém ela existe e deve ser ter um significado maior, mais abrangente.

    E já que o trabalho é parte de nossa vida (a própria vida para os workaholics...), gostaria de propor neste artigo, algumas comparações, e talvez possamos descobrir juntos, onde a Proatividade se encaixa.

    Segundo os autores do livro Dicionário de Administração de A a Z, Edelvino Razzolini Filho e Márcio Ivanor Zarpelon, Proatividade é uma característica que as pessoas apresentam e que se desenvolve quando se quer demonstrar boa intenção na realização de alguma atividade, porém com um detalhe: não é necessária uma ordem para agir assim.

    A pessoa proativa percebe quais tarefas devem ser realizadas, além de ter responsabilidade, compromisso e comprometimento. Por aí se vê que é algo que envolve valores pessoais, postura perante o que está em derredor, sensibilidade...

    E até agora, falamos apenas no aspecto empresarial... Acredito que a forma como agimos em nosso trabalho é reflexo do que somos. Mas será que somos poativos em nosso dia a dia?

    Como anda a nossa sensibilidade, nossa percepção? Nos responsabilizamos por aquilo que queremos para nós, ou deixamos a cargo de terceros a concretização de nossos sonhos? Ainda culpamos alguém, por ser um obstáculo, pedra em nosso caminho? Somos comprometidos com a nossa felicidade? Qual o grau de boa intenção para isso?

    Ou será que nos movemos mediante um comando externo? Se, ao nos olharmos ao espelho e virmos alguém com um olhar triste, desanimado, talvez seja o momento de “ingerir “ uma boa dose da tal da Proatividade, respirar fundo e começar a agir: “ir à luta” para a conquista daquilo que se quer.

    Então, aquela pessoa de olhar triste, ostentará um brilho interior, dentro e fora do trabalho – e conviver com alguém assim, quem não quer?!

    MOTIVOS PARA AGIR

    Olá, tudo bem? Espero que sim! Escrevo para você para dividir algumas, que (tomara...) sejam tão interessantes e importantes para você, quanto são para mim. Hoje quero dividir algumas idéias...

    Alguém escreveu o seguinte:“Quando estamos verdadeiramente empenhados em mudar, é uma experiência maravilhosa e gratificante. Anônimo”

    Esta frase nos remete a movimento, atitudes e conseqüencias, concorda? E para tudo isso acontecer, é necessário uma força impulsionadora. Que força é essa? Acredito que seu nome seja “motivo”.

    Motivo, segundo o Dicionário, é “causa refletida que faz um ser agir”. E em nosso dia-a-dia não nos faltam motivos para agir... Ou será que não?! Em sendo uma “causa refletida”, isto é, pensada, o motivo existirá sempre?

    Sempre pensamos antes de agir? Quais são nossos motivos? Qual a área de influência? Qual o grau de importância para o nosso crescimento pessoal e profissional? Existe uma palavra muito usada (e talvez por isso mesmo um tanto desgastada) que é muito interessante: MOTIVAÇÃO.

    É esperada, é desejada, é exigida abertamente ou não nas escolas, no trabalho, na vida; e é um estado considerado por muitas pessoas como resultado de um estímulo externo – porém, isso é um grande equívoco, pois coloca-se assim nas mãos do outro a responsabilidade pela nossa vida, pela concretização dos nossos sonhos, dos nossos desejos.

    No livro intituilado Visão e Parábolas, voltado para a área empresarial, Francisco Gomes de Matos, no capítulo 94 escreve assim: "Hora da Primavera."

    Há sempre a hora em que chega a primavera. A árvore parece a mesma, para um observador mais atento. A árvore está renovada! Muitas vezes, a primavera chega em nosso caminho...

    Mas não a percebemosa ela se vai. O tempo prossegue, a primavera retorna. Será que a perceberemos desta vez?

    Temos em nós forças muito grandes que não utilizamos, ou por desconhecimento, ou por descrença: o Pensamento, a Vontade, e o Amor.

    Inúmeros estudiosos do crescimento humano são unânimes em afirmar o poder do nosso pensamento, da nossa vontade, e o quanto podemos conseguir. Então, o que será que estamos esperando?

    ”Para terminar esta nossa reflexão, gostaria de também dividir com você a seguinte frase:

    “Podemos ser bem sucedidos em tudo o que depender de nosso entusiasmo. Norman Vincente Peale”.

    Força e Sucesso!

    Zenilda Franco – Pós graduada em Pedagogia Empresarial e Gestão Estratégica

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