No
dia-a-dia da nossa profissão deparamo-nos com um cliente muito
especial, que precisa de nossa atenção e carinho redobrados:
é o nosso cliente idoso.
Muitas vezes recebemos em nosso gabinete a visita de um cliente idoso,
geralmente acompanhado, com dores insuportáveis nos pés.
Ao examinarmos seus pés, podemos notar a existência de certas
patologias que, na maioria das vezes, poderiam ser amenizadas consideravelmente
se medidas profiláticas fossem tomadas.
O que seriam essas medidas? Seriam orientações que podem
prevenir e às vezes eliminar certas patologias, que tanto fazem
sofrer nosso cliente especial. Cabe a nós orientarmos não
só o cliente idoso, mas principalmente seu acompanhante. Caso não
esteja presente, é nosso dever entrar em contato com o responsável
para transmitir as orientações necessárias, sejam
elas agradáveis ou não.
Concordo que é um tanto desagradável ter que falar o quanto
é importante que os pés do nosso idoso sejam bem lavados,
limpos e secos, já que eles não conseguem alcançá-los,
pois a idade não mais permite. Sei também que é óbvio
falar que nosso cliente idoso não consegue mais enxergar a região
plantar de seus pés e, por isso, não sabe se há alguma
pinta, mancha ou ferida que não existia há um tempo atrás
ou que se as unhas e os calos doem, essa dor é real e precisa de
acompanhamento e orientação constante para que não
se torne irreversível.
Enfim, tem que existir alguém que seja responsável pela
saúde dos pés do nosso idoso.
Diante desse quadro, temos abaixo 3 casos de clientes idosos, que foram
tratados e orientados a fazerem tratamentos periódicos com o podólogo,
ortopedista e médico vascular, além, é claro, das
“dicas” básicas que não fazem mal a ninguém.
PASSO A PASSO
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Materiais
utilizados para o procedimento em calos com núcleo: Loção
anti-séptica, queratolítico, algodão, emoliente,
bisturi, lâmina descartável, lixas (plantar e de lâmina),
enucleadora e espátula para creme. |