As articulações das vértebras são conhecidas também por FACETAS ou ARTICULAÇÕES ZIGOAPOFISIÁRIAS. São elas que permitem a movimentação da coluna vertebral, recebendo muita carga e excesso de movimentos (cerca de 60.000 vezes por dia), guiando as vértebras no espaço. São ricamente inervadas por complexos ramos nervosos que funcionam como proprioceptores e nociceptores, informando para os centros superiores tudo o que ocorre.
Por serem articulações sinoviais, sua lubrificação é muito importante na prevenção de dores. Mas são avasculares e conseguem sua nutrição através da absorção dos nutrientes da cartilagem subcondral e de seus vasos sangüíneos.
A lubrificação das facetas serve para minimizar o atrito diário que se abate sobre elas, mantendo, assim, a cartilagem intacta.
Mas existem forças que podem degenerar a cartilagem facetária, que são:
- Forças excessivas de contração muscular ou outras forças externas;
- Compressão forçada da cartilagem por contrações musculares indevidas;
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Impactos que gradativamente irão ocasionar micro-fraturas no osso subcondral;
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Movimentos incorretos da coluna, que irão ocasionar forças de cisalhamento, desgastando, assim, a cartilagem.
Com essas alterações, inicia-se um processo de degeneração gradativa e lenta da cartilagem, diminuindo, assim, a lubrificação e aumentando o atrito entre duas superfícies ósseas.
Com esse aumento de pressão, aos poucos, a cartilagem fica com fissuras e o corpo reage, ocasionando um foco inflamatório no local. Além disso, a musculatura envolvida acaba por entrar em espasmo protetor, que pode evoluir para uma contratura muscular, pressionando cada vez mais a articulação afetada, perfazendo um atrito de osso como osso.
Com esse atrito teremos a formação de uma artrose facetária, provocadora de inúmeras dores, pois toda a articulação ficará afetada, inclusive as ramificações nervosas localizadas no interior da articulação.
Com a formação de artrose, poderemos ter também um artite no nível vertebral em questão, aumentando as dores e o desconforto do paciente.
Uma maneira eficaz de tratamento é a mobilização passiva e diária para tentar conseguir uma melhor lubrificação da articulação.


Obs.:
O Prof. Joelson vai ser palestrante da 19ª FEEPEST, em Porto Alegre - RS, dias 28 e 29 de maio de 2006, com a palestra: "A união da eletroterapia com a massoterapia nos procedimentos estéticos".
JOELSON FACCHINI
Formação: MASSOTERAPEUTA, em 1996, pela Escola SOS CORPO - Caxias do Sul/RS.
Registros: Fundação Educacional e Cultural Padre Landell de Moura – FEPLAM, sob o nº141.323.
Departamento de Proteção a Saúde – DPS, sob o nº 024/15ª Delegacia Regional de Saúde.
Associação de Ensino Profissionalizante do Rio Grande do Sul – AEPERS, sob o nº0074/00.
Especializado em MASSAGEM TERAPÊUTICA, em 2000, pela Escola SOS CORPO - Caxias do Sul/RS.
Registro: Escola SOS CORPO, sob nº 94/93 009.
ESPONDILOTERAPEUTA, em 2000, pela Escola SOS CORPO - Cx. Sul/RS.
Registro: FEPLAM nº 196.613.
Habilitado em TERAPIAS DAS PEDRAS NATURAIS, em 2004, pelo CENTRO HOLISTICO IDHERA – POA/RS.
Registro: FEPLAM nº 236.467.
LINFOTERAPEUTA, especializado nos MÉTODOS FÖLDI, LEDUC, VODDER E PROPELI de Drenagem Linfática Manual.