| Lupus Erimatoso Sistêmico |
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- Doença auto-imune, com lesões faciais tipo asa de borboleta, levemente descamativas, eritematosas. Lesões sensíveis à luz pioram com o tabagismo. Variação cutânea do lupus, associado ao uso de medicamentos, tais como a hidroclortiazida e bloqueadores do canal de cálcio (utilizados no controle da hipertensão arterial). O tratamento utiliza drogas como a Dapsona, Auratrofina, a Talidomida, o Metrotexato e os Glicocorticóides, esses com pouco efeito. |
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- Lesões avermelhadas e papulosas, dolorosas e com sinais de inflamação, como calor e febre, acometendo principalmente o tronco e os membros. Geralmente relacionado com infecções do trato respiratório superior ou doenças inflamatórias do intestino. A dosagem do ASLO elevada auxilia o diagnóstico. Deve ser realizado o teste de tuberculose cutânea para afastar tal patologia. O tratamento é feito com antiinflamatórios não esteróides, iodeto de potássio e glicocorticóides orais por curto período.
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Doenças bolhosas auto-imunes classificadas de acordo com o nível de separação, intra-dérmico ou subepidérmico e presença e tipo de auto-anticorpos.
Doenças intraepidérmicas mediadas por fatores auto-imunes incluem as doenças do grupo pênfigo. |
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A principal faixa etária é de 50 a 60 anos de idade. Manifesta-se pelo aparecimento de vesículas e bolhas flácidas que se rompem facilmente, dando lugar a erosões. Quando alguma pressão é exercida sobre a bolha, ela aumenta. |
Inicia-se a lesão em qualquer lugar do corpo, mas comumente começa na boca, principalmente bochechas e canto dos lábios. Esse quadro é resultado do descolamento das células epiteliais escamosas estratificadas (fenômeno chamado acantólise), que é mediado por anticorpos contra a desmogleína 3.
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