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A medicina ortomolecular – ou biomolecular – significa colocar as moléculas certas nos seus devidos lugares. Esta medicina está no Brasil há 15 anos, praticamente, e quando empregada com bom senso, os resultados clínicos são espetaculares. Esta prática combate o excesso de radicais livres, que tanto mal fazem à saúde. |
Radicais livres são moléculas que, durante as refeições químicas do organismo, perdem a estabilidade e ficam reativas, havendo necessidade de roubar elétrons umas das outras. Uma certa produção de radicais livres é necessária e o nosso corpo precisa deles para combater infecções e ajudar nas defesas imunológicas contra doenças. O problema é o excesso nesta produção. A medicina orto-biomolecular combate este excesso, que é responsável por doenças como obesidade, diabetes, estresse, distúrbios hormonais de ambos os sexos, distúrbios nutricionais, determinados tipos de câncer, além do envelhecimento. O tratamento, indicado a qualquer pessoa, independe de sexo e idade, é realizado por meio de orientação nutricional, exercícios físicos, complexos vitamínicos e nutrientes específicos.
O organismo humano fabrica vitaminas ou as retira da alimentação, enquanto também produz enzimas que conseguem combater os radicais livres, mas não o excesso. Mas nossa alimentação é mal preparada, mal acondicionada e mal ingerida. Ainda existem outros fatores, como a falta de tempo, a correria do dia-a-dia e a poluição, que acabam provocando o excesso de radicais livres, os quais o nosso corpo não consegue combatê-los sozinhos, necessitando da suplementação de nutrientes.
A medicina ortomolecular tem apresentado resultados positivos no tratamento de certas patologias e para a estética corporal, mas o importante é procurar um profissional habilitado para obter as informações e as orientações necessárias.
Pâmela Soares Machado / Laura dos Santos Soares
Tel.: (11) 3031-0227
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